domingo, 18 de novembro de 2007

QUALIDADES FÍSICAS NO BASQUETEBOL


· ESPORTES E SUAS QUALIDADES FÍSICAS ESPECÍFICAS:

A identificação das qualidades físicas dos esportes já foi colocada como o passo fundamental para a eficácia de uma preparação física. Sabendo-se que o período preparatório de uma preparação física está dividido em duas fases (fase de preparação física geral e fase de preparação física específica), e que as referências de valências físicas serão abordadas agora algumas pontuações quanto às qualidades físicas específicas, que serão o alvo principal na fase de preparação física especifica.
Observando que iremos abordar e relacionar as respectivas valências físicas do Basquetebol, iremos apresentar uma série de colocações que certamente permitirá a identificação das qualidades físicas específicas de treinamento para qualquer modalidade esportiva e inclusive do esporte em questão.

Colocação A - Algumas qualidades físicas dependentes da eficácia de processos nervosos, como ritmo, coordenação, os três tipos de equilíbrio e a descontração diferencial não são treinados especialmente, pois o aperfeiçoamento dessas valências é obtido juntamente com o desenvolvimento das técnicas específicas.

Colocação B - As demais valências que não foram citadas na colocação “A” podem ser desenvolvidas em sessões próprias na preparação física específica.

Colocação C - Os velocistas do Atletismo e Natação necessitam prioritariamente dos três tipos de velocidade. Entretanto, quanto mais aumenta a distância das provas, a velocidade de reação vai perdendo a sua prioridade em relação aos outros dois tipos.

Colocação D - Quando se treina a velocidade e flexibilidade, os atletas estarão desenvolvendo-se também na agilidade.

Colocação E - Quando a flexibilidade estiver sendo alvo do treinamento implicitamente se está dando condições para o desenvolvimento da velocidade, força e agilidade.

Após pontuar essas colocações, iremos apresentar as qualidades físicas do Basquetebol, colocando-se entre parênteses as letras correspondentes às colocações expostas.



BASQUETEBOL:

· VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO (B);
· POTÊNCIA MUSCULAR NOS MEMBROS INFERIORES (B);
· COORDENAÇÃO (A);
· RITMO (A);
· AGILIDADE (B) (D) (E);
· RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA NOS MEMBROS INFERIORES (B);
· RESISTÊNCIA AERÓBICA (B);
· RESISTÊNCIA ANAERÓBICA (E);
· FLEXIBILIDADE (B) (D) (E);
· DESCONTRAÇÃO DIFERENCIAL (A);
· DESCONTRAÇÃO TOTAL (B).

Ø VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO:

A velocidade de deslocamento é a capacidade máxima de um indivíduo deslocar-se de um ponto para outro. Também é chamada de Velocidade de movimento. Segundo DOBCZYNSKI (1971), a velocidade de deslocamento depende em grande parte do dinamismo dos processos nervosos que atuam sobre o sistema motor. Evidentemente que as fibras de contração rápida serão as variáveis principais, dentro de um enfoque de estrutura muscular favorável para maiores possibilidades esportivas de atletas que necessitam de um aprimoramento específico na velocidade de deslocamento.
A velocidade de deslocamento é uma valência física específica em provas de velocidade de um modo geral (Atletismo, Natação, Ciclismo e Remo) e em esportes coletivos como Handebol, Futebol, Basquetebol, Pólo Aquático e Voleibol.

Ø POTÊNCIA MUSCULAR NOS MEMBROS INFERIORES:

É a qualidade que capacita alguém a produzir o máximo de energia num ato explosivo. De acordo com a equação da Física, P = F x V, onde P é a potência, F a força aplicada e V a velocidade de execução.
Observa-se pela fórmula acima que potência muscular deve ser considerada em Treinamento Desportivo como "força em velocidade" (F x V). Logo de saída, conclui-se que os treinos de força explosiva exigem que movimentos de força sejam feitos com o máximo de velocidade. Outra conclusão lógica é a observação de que o grau que se pode alcançar nos chamados movimentos explosivos, no treinamento de potência muscular, dependerá da força possível, em função da velocidade básica do atleta.
A Potência muscular é uma valência física presente na maioria das modalidades esportivas. No Atletismo, no Ciclismo e na Natação, somente os fundistas não necessitam dessa qualidade em termos prioritários. Nas lutas e nos esportes coletivos, os movimentos explosivos praticamente caracterizam os grandes atletas.
No desenvolvimento da potência muscular dos membros inferiores, é grande a utilização do "trabalho excêntrico - concêntrico”. N esse tipo de trabalho, o exemplo mais comum ocorre com a utilização de plintos de alturas variadas, onde os atletas saltam no sentido de cima para baixo de um plinto (trabalho isotônico excêntrico) e ao tocar no solo, imediatamente saltam para cima num movimento explosivo, para alcançar a superfície de outro plinto (trabalho isotônico concêntrico).
Estudos de YEREMIN (1971) demonstraram que no trabalho de potência muscular, esta qualidade física aumenta progressivamente, até o momento em que diminui a velocidade de movimento. Assim, para o desenvolvimento da potência muscular, os exercícios devem ser executados com a maior velocidade possível.
O cálculo da carga para o trabalho de Potência muscular, os estudos de BEAUDRY, BRODEUR, CLOUTIER, DUBUC, GENEST, MlCHAUD e ROY (1975) aconselham uma intensidade entre 1/5 e 4/5 da força dinâmica máxima, e reforçam a indicação de que a contração deve ser produzida num mínimo de tempo.
HOSTER (1973) mostrou em seus estudos procedimentos diferentes de renomados treinadores e estudiosos do Treinamento Desportivo, quanto ao desenvolvimento da potência muscular. De um lado, mostra as suas próprias pontuações e, do outro, as colocações de LETZELTER contrárias.
A potência muscular pode ser medida de vários modos, como por exemplo:

(a) Pela capacidade de "explosão", isto é, pelo tempo em que ocorre uma situação de aplicação de potência muscular. Este tipo de medição é feito em laboratórios. É o caso do Teste de TRAVERS, que consiste na verificação feita em salto vertical com a ajuda de um cronógrafo específico eletrônico. A fórmula aplicada no teste de TRAVERS é a seguinte:
(Massa corporal x Altura do Salto em polegadas) / (12x tempo registrado no cronógrafo)
(b) Por testes específicos de campo, como o "Sargent jump test", o teste do Salto em distância sem corrida de aproximação, o teste do Salto triplo sem corrida de apro­ximação e outros.

(c) Por provas que abrangem o número de repetições que o atleta consegue executar em situações de aplicação de potência muscular, num determinado e reduzido tempo, como por exemplo: número de flexões que um atleta em suspensão numa barra fixa consegue executar durante 5, 10 ou 15 segundos.

Ø COORDENAÇÃO:

Embora o conceito de coordenação já tenha sido apresentado, é necessário que se façam algumas colocações sobre essa valência física:
1- A coordenação é uma qualidade física considerada pré-requisito para que qualquer atleta atinja o alto nível.
2- O desenvolvimento da coordenação ocorre desde os primeiros anos de vida, e essa valência física estará sempre implícita nas destrezas específicas de qualquer esporte;
3- A coordenação não deve ser objetivada especificamente em programas de pre­paração física de alto nível, sendo considerada, para efeito de treinamento, nos exercícios técnicos da preparação técnico-tática.
4- O sistema nervoso é a variável condicionante da coordenação.

Ø RITMO:

O ritmo é outra valência física, intimamente ligada ao sistema nervoso, e que está presente em todas as modalidades esportivas, embora muitas vezes não mereça uma atenção particular em treinamento, o ritmo é uma qualidade física característica de esportes como a Ginástica Olímpica, a Ginástica Rítmica Esportiva, a Patinação, as provas de fundo e meio-fundo e que, por esta razão, merece na preparação dessas modalidades uma ênfase maior. Assim sendo, justifica-se um treinamento de ritmo, direcionando as progressões pedagógicas para a maximização das técnicas visadas e a aquisição da chamada "sensibilidade de ritmo".
A sensibilidade de ritmo é imprescindível no Atletismo, Natação, Remo e Ciclismo. Ela é obtida através de um bom período de treinamento em percursos demarcados. O atleta que obtém a sensibilidade de ritmo nas distâncias de suas especialidades e nos percursos de treino, possui mais possibilidades para direcionar novas metas em termos de performance. No Atletismo, Ciclismo e Natação, é muito útil o emprego um tipo de regulação do ritmo, que consiste num julgamento constante do ritmo em três ou quatro partes em que são divididos os percursos.

Ø AGILIDADE:

A agilidade é outra qualidade física que, na maioria dos esportes, deve ser desenvolvida desde o período de preparação física geral. Viu-se no conceito de agilidade que o tempo é uma variável importante para essa valência, o que evidencia a presença implícita da velocidade nessa qualidade física. Por isso mesmo, a agilidade também é denominada de "velocidade de mudança de direção". Além da velocidade, a flexibilidade também pode ser considerada como um pré-requisito para o desenvolvimento da agilidade.
Outra observação necessária é o fato de que a agilidade é uma valência física específica da maioria das modalidades, o que a coloca como um alvo praticamente du­rante todo o período preparatório. Quanto à medição da agilidade, aparece um aspecto interessante, que é o fato de os testes envolverem também a coordenação (ex. o "Burpee Test" e o Teste da Corrida Sinuosa).

Ø RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA NOS MEMBROS INFERIORES:

É a qualidade física que permite a um atleta realizar num maior tempo possível a repetição de uma determinada ação mus­cular com a mesma eficiência.
A resistência muscular localizada é uma valência física que permite condições para que as ações musculares sejam continuadas, mesmo que a intensidade das contrações seja elevada e possa influir negativamente no fornecimento de oxigênio e na eliminação rápida dos produtos tóxicos musculares resultantes. Quando se conceitua resistência muscular localizada, é essencial ressaltar que a mesma é uma qualidade física que abrange continuação de esforços musculares, tanto em condições anaeróbicas como aeróbicas. O importante, quando se estuda a resistência muscular localizada, é colocar esta qualidade física sempre como uma função da duração de esforço com grupos musculares determinados.
A resistência muscular localizada tem sido alvo de um grande número de colocações científicas, as quais favorecem uma série de indicações e outros estudos. Para uma melhor discussão dessa valência física, apresentam-se a seguir indicações e conclusões científicas da literatura especializada.

1 - O desenvolvimento da resistência muscular localizada está diretamente condi­cionado por algumas variáveis de ordem fisiológica e psicológica:
a) As condições favoráveis de circulação sangüínea local. Esta primeira variável abrange uma série de características fisiológicas, como a capilarização muscular, o volume sangüíneo localizado disponível, os tempos de circulação e outras. (QUIRION, 1977);
b) Uma grande concentração de mioglobina nos músculos treinados, o que permitirá um maior armazenamento de oxigênio em nível muscular;
c) A capacidade de consumo de oxigênio durante o esforço;
d) A capacidade psicológica de resistir a uma repetição de esforços no mesmo grupo muscular.

2 - No treinamento da resistência muscular localizada, encontram-se meios diretos e meios indiretos para o desenvolvimento dessa valência física. Os meios diretos são aqueles que podem ser selecionados para o treinamento especializado da resistência muscular localizada, enquanto que os meios indiretos são aqueles que são utilizados para o aperfeiçoamento de outras qualidades físicas, e paralelamente desenvolvem a resistência muscular localizada.

3 - WAZNY (1971), em seus estudos sobre o treinamento de musculação, quando este tipo de treino objetiva o desenvolvimento da resistência muscular localizada, indica a aplicação de cargas baixas com um número de repetições inicial em 30, para depois subir esse número de acordo com a evolução do treinamento.

4 - Estudos de BEAUDRY, BRODEUR, CLOUTIER, DLJBUC, GENEST, MICHAUD e ROY (1975) mostraram que a impossibilidade da repetição de movimentos com os mesmos grupos musculares, isto é, a falta de resistência muscular localizada pode ser explicada por três tipos de fadiga:
a) A fadiga periférica circulatória;
b) A fadiga periférica neuromotriz;
c) A fadiga nervosa.

A fadiga periférica circulatória é originada pela vaso-constrição, pela diminuição do fluxo de sangue local, pelo aumento de trabalho, pelo aumento da produção e não eliminação dos detritos metabólicos.
A fadiga periférica neuromotriz ocorre pela superatividade da placa motora terminal. A fadiga nervosa é causada por urna superatividade de trabalho no córtex cerebral.

5 - Na avaliação da resistência muscular localizada, os testes devem objetivar urna verificação do número de repetições ou do tempo de sustentação de um esforço com os mesmos grupos musculares (LAY,1971).
6 - BEAUDRY, BRODEUR, CLOUTIER, DUBUC, GENEST, MICHAUD e ROY (1975) recomendaram no desenvolvimento da resistência muscular localizada uma intensidade de esforço entre 1/3 e 2/3 da força máxima dos músculos implicados, e um esforço com um mínimo de 15 repetições, podendo chegar a 4,0

7 - O desenvolvimento da resistência muscular localizada apresenta como resultado os seguintes efeitos favoráveis:
a) Capacidade para a execução de um número elevado de repetições dos gestos específicos esportivos.
b) Melhor elasticidade dos vasos sangüíneos locais;
c) Melhor capilarização nos músculos treinados;
d) Melhor utilização da energia;
e) Acumulação mais lenta de metabólicos nos músculos;
f) Maiores possibilidades para um trabalho posterior de desenvolvimento de qualquer tipo de força.

Ø RESISTÊNCIA AERÓBICA:

É a qualidade física que permite a um atleta sustentar por um período longo de tempo uma atividade física relativamente generalizada em condições aeróbicas, isto é, nos limites do equilíbrio fisiológico denominado "Steady-State”.

As variáveis fisiológicas que atuam diretamente no treinamento da resistência aeróbica são: (a) O desenvolvimento da capacidade funcional do coração; (b) A melhoria do transporte de oxigênio pelo aparelho circulatório e uma conseqüente situação de boas condições para as trocas gasosas; (c) O aumento da capacidade das fibras musculares para oxidar os açúcares e as gorduras.
Diversos testes já foram sugeridos para avaliação da resistência aeróbica. Entretanto, em não raras vezes, o que avaliam é a capacidade física de trabalho em esforços predominantemente aeróbicos. Pode-se citar o teste PWC - 170, o teste de ASTHAND-HHYMING, o teste de CURETON. O teste de FAULKNEH e outros todos em laboratório.
Em campo, vários autores propuseram testes, como os de COOPER, o de RUFFIER - DICKSON, o de LARTIGUE, o de LETUONOV, o "Harvard Step-Test" e tantos outros. É importante observar que estes testes abrangem também um componente anaeróbico, embora em menor escala.

Ø RESISTÊNCIA ANAERÓBICA:

É a qualidade física que permite a um atleta sustentar, o maior tempo possível, uma atividade física em condições anaeróbicas, isto é, numa situação de débito de oxigênio.
Um esforço anaeróbico pode ser explicado pelas solicitações fisiológicas de oxigênio de um atleta no esforço, em condições superiores a sua capacidade de consumo, provocando um débito de oxigênio, que deverá ser reparado após o término desse esforço.
Exemplos de testes: teste de corrida lançada de 50 metros, teste de Wingate, teste de Guillet, teste de Potência de Margaria, Teste de Corrida de 40 segundos (Matsudo 1979).

Ø FLEXIBILIDADE:

A flexibilidade é uma qualidade física que pode ser evidenciada pela amplitude dos movimentos das diferentes partes do corpo num determinado sentido. Segundo DANTAS (2001), a flexibilidade pode ser definida como a qualidade física responsável pela execução voluntária de um movimento de amplitude angular máxima, por uma articulação ou conjunto de articulações, dentro dos limites morfológicos e sem o risco de lesão.
A flexibilidade depende da mobilidade articular e da elasticidade muscular. Amabi­lidade articular é expressa pelas propriedades anatômicas das articulações, e a elasticidade muscular é revelada pelo grau de alongamento dos músculos envolvidos. Para LITWIN e FERNÁNDEZ (1974) a flexibilidade limita para mais ou para menos as possibilidades de movimentos de uma articulação, conforme as conformações articulares e a elasticidade dos músculos e ligamentos que envolvem essas articulações. MOSSTON (1968), em seus estudos sobre a flexibilidade, afirmou que essa valência física capacita as pessoas a aumentar a extensão do movimento numa articulação determinada.
Um dos testes utilizados que poder dar como exemplo é o ”flexiteste”.

Ø DESCONTRAÇÃO DIFERENCIAL:

É a qualidade física que permite a descontração dos grupos musculares que não são necessários à execução de um ato motor especifico. É também chamada de relaxamento diferencial. É uma valência física que colabora para a eficiência mecânica dos gestos esportivos, ou seja, capacita os atletas a executarem suas técnicas esportivas específicas da modalidade eleita, com um máximo de economia energética. O maior número de estudos de descontração diferencial ocorre em corredores (Atletismo) devido às exigências em termos de empenho muscular desse tipo de atleta. Assim, TANSLEY (1971) preconizou para todas as formas de corrida um relaxamento nos braços e nas mãos, reconhecendo que há uma tendência prejudicial dos corredores em cerrar os punhos. Também VISSOTCHINE (1975) relacionou a descontração diferencial de velocistas com a cadência da corrida, preconizando que os próprios atletas devem sentir a "cadência ótima", isto é, o ritmo em que ele apresenta uma otimização dos movimentos.
A descontração diferencial é treinada juntamente com as técnicas especificas do esporte, onde um número de repetições elevado é a melhor indicação de treinamento.

Ø DESCONTRAÇÃO TOTAL:

É uma qualidade física presente em todos os esportes, pois as exigências atuais de treinamento e de competição solicitam a presença dessa valência física praticamente durante todos os períodos de treinamento. A descontração total está intimamente ligada a processos psicológicos, onde a mente é a variável principal de qualquer tentativa de desenvolvimento dessa qualidade física. Os métodos existentes para o desenvolvimento da descontração total, ou relaxamento total, como também é chamada. VISSOTCHINE (1975), em pesquisas com corredores de velocidade, através da polimiografia, verificou que atletas mais categorizados apresentavam um relaxamento muscular mais rápido após as sessões. de treinamento. Também encontrou relações significativas entre o treinamento aeróbico e a velocidade de descontração total após os treinos. Esse autor conclui ainda que a velocidade de descontração total de velocistas permite uma economia grande de energia na seqüência de sessões de treino e, por esse motivo, esses atletas devem ser desenvolvidos nessa valência física.



BIBLIOGRAFIA


TUBINO Manoel José Gomes, MOREIRA Sérgio Bastos, Metodologia Científica do Treinamento Desportivo, 13ª edição revista e ampliada – 2003, Editora Shape: Rio de Janeiro.












6 comentários:

alef disse...

massa tudo de bom nesse texto amei!!!
to sabido agora e irei fazer todas as regras certas...


ass:Alef da Bomba do Hemeterio

Mariane Trindade 7º ano disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alirrana disse...

ola eu achei isso genial alem da gente aprende mostra todas as qualidades!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





AMEI!!

Primeiro Ano disse...

Q joia!

Carla disse...

gostei muito de seu texto ele vai me ajudar muito.

*kaory* disse...

vlw pelo texto, viu? vcs' puderam me ajudar na minha lição[trabalho'] de casa, d novis mt obrigada.